quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Porque meu pai é a minha voz!
Tudo que eu queria agora,era a chatice de meu pai,pertinho de mim!
Tenho medo,isso me deixa desgraçadamente triste!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Montagem errada...
Era sexta-feira,tinha acabado de assistir a 4 aulas seguidas da disciplina Gênero e Violência.Estava sentada no ponto de ônibus,que fica defronte ao PAF I ao lado da baiana do acarajé. Um certo rapaz que tinha ficada no sábado da semana passada resolveu ligar e ficamos proseando enquanto espera meu transporte chegar.
Eis que surge do nada, um desconhecido vestido de camisa vermelha,calça preta e tendo numa das mãos um lata de cerveja.Esta criatura senta ao meu lado, a minha frente está um grupo de estudantes. Continuei a minha conversa sobre musica e os problemas da capital da Bahia.Percebi que o desconhecido falava coisas,sobre uma mulher que sabia demais,uma mulher que queria ser mais do que o mundo.Achei engraçado.
Comecei a ficar entediada com a conversa do ficante e preocupada com o atraso do meu transporte.Quando um tal de radar que tenho dentro de mim,começou a apitar e disse:
- Se ligue sua lerda,esse cara tá te ofendendo!
Desliguei o celular,mas como telefone é uma coisa desagradável,uma amiga decidiu me ligar para conversar trivialidades.O meu alarme de paranoica não parava de apitar e a criatura dos infernos não parava de falar.Ainda estava ao telefone quando senti a mão do desconhecido no meu pé.
Enfaticamente mirei o rosto do louco. Era um homem com mais de 40 anos e tinha a epiderme da cor do azeite,era gordo e havia uma coisa de deboche que eu detesto. Sem pensar nas consequências e cheia de ousadia,falei:
-Você pode falar o que quiser,mas não me toque!
Este homem levantou,e o meu alarme gritou:
-Chame a polícia.Chame a guarda universitária.Peça ajuda a essas pessoas no ponto!
Só que não existia nada que suscitasse esse tipo de auxilio. Fingir tranquilidade,quando o tal desconhecido começou a fazer um escândalo direcionado a minha pessoa. Jamais ouvir em toda minha vida tantas palavras de baixo calão.
Apesar de assustada, fingir que a "baixaria" não tinha nada haver comigo,afinal nunca tinha visto aquele homem tenebroso.
Assim como tenho voz de alarme,possuo uma voz que me guia com muita sabedoria nestes momentos.Esta bussola aconselhava que me mantivesse quietinha,no mesmo lugar,porque se eu me levantasse,este louco iria me dar uma surra.
Quando de repente a criatura nefasta fecha a mão e dar um soco na parte de acrílico do ponto de ônibus.As pessoas olham. Penso em me levantar e pegar o primeiro coletivo,a voz guia sinaliza que é uma bobagem e que ele iria me seguir.Permaneço no mesmo lugar, gélida,solitária e com saudade da minha cidade. O miserável do homem fica de soslaio,escondido atras do ponto ,começo a fazer minhas orações,ele levanta e sai em direção a Garibaldi,o meu carro chega.
Quando passei por isso,percebi como o espaço publico pode ser mortal para uma mulher.Agradeci muito a Deus/a,aos orixás, tod@s os guias, espíritos de luz por não ter tomado uma surra daquele homem.Talvez se essa tragédia acontecesse,iniciaria na minha vida uma verdadeira via cruzes.Posto que a vida de uma mulher que é violentada por uma homem num espaço publico passa pelo perverso preconceito social.Estava vestida com um short, já se passava das 22:00, isso seria agravante. Tod@s,inclusive meu pai,iam em certo momento questionar se existia uma relação afetiva ,mesmo que casual,com aquele homem hediondo.É assim que funciona o julgamento do senso comum. O dia da semana, também iria contribuir para uma analise maledicente sobre a minha pessoa,era uma sexta-feira,as pessoas costumam sair para beber seus desesperos,encontrar suas amantes.Um amigo me disse que esse é o dia universal d@s amantes. As pessoas que estavam no local do ocorrido, e que em todo processo ficaram indiferente,certamente acreditavam que o que estava se passando era uma briga de casal hétero e passional.Este homem poderia me matar,que ninguém ia impedir ele de fazer tal atrocidade,afinal aquelas pessoas estavam assistindo a um espetáculo da vida privada,e como diz o adágio que instituciona a violência contra as mulheres:" em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher!" Essa é a logica do patriarcado,vem dando certo desde a Grécia,bem antes de Jesus pregar "Amar ao próximo como a ti mesmo"Acredito que no final do julgamento o cara fosse condenado,porque sou uma aluna da toda "poderosa"(sic)UFBA e por está ali diante dele uma estudante do Bacharelado de Estudo de Gênero e Diversidade.As mulheres poderosas do NEIM não iriam descansar,enquanto este homem não fosse penalizado.
Mas se eu estivesse na Barra tomando uns "bons drink?"Se de fato mantivesse uma relação afetiva com o desgraçado do cara?Se gostasse de trepar com todo mundo e a ele dissesse não?Eu seria culpada pela agressão que sofresse por este homem?Isso daria o direito desse pilantra me agredir e tirar a minha vida?
Tenho medo da sociedade que aí está, e que aplaude os estupradores e violentadores de mulheres,porque julgam que merecem ser privadas de direitos pelo julgamento das roupas que vestem,pelos lugares que frequentam,a quantidade de drogas licitas e ilícitas que consomem. Misericórdia, para esse tempo de violências veladas e repetidas entre várias cores e suas nuances. Atualmente uma mulher é violentada em frente às câmeras de programas de 5ª com status de grande projeto educacional,e os responsáveis se omitem ao que a lei determina. Antes de ser atacada verbalmente pelo filho do satanás,já evitava carona com "conhecidinhos", beber excessivamente.Sou bastante intolerante às investidas afetivas insistentes que os homens adoram cometer,isso para mim é atitude politica.Entrtanto isso não pode ser usado como regra, as pessoas não podem ficar paranoicas a ponto de pararem de exercitar o direito de liberdade inalienável pelo corpo que as pertencem,por conta do medo de serem violentadas duplamente.1º pelo agressor direto,2º pela sociedade que julga com vulgaridade e sai ferindo direta e indiretamente.
Talvez a menina que esteja no programinha de 5ª da emissora que é professora de horrores,não esteja consciente para o acorrido.A onda é ser linda,loura e drogada para esquecer todas as dores,e depois quando toda beleza for ceifada pelas playboy's da vida,ela vá depor na igreja evangélica de Jesus dos Ipod BBB arrependidos,e grave um vídeo que vai "bombar" no youtube. Mas a família desta criatura? E se não tiver família,Como ficam as mulheres que em estado vulnerável são violentadas,com toda essa campanha em apoio a um estuprador?
É,estou com várias "encaracolações" e percebo que o Estado de barbárie anda retornando num "neo" qualquer.Como no inicio da organização da sociedade,a mulher,com suas montagens do feminino,como sempre é quem acaba perdendo.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Conversa com um misógino
- Juninho Rodrigues
- OI

- olá

- tudo

- oush
- q pergunta
- ???

- n se trata de te bater
- se trata de medir o grau de intimidade
- das pessoas

- vc mal me conhece e faz esse tipo de pergunta
- parece a na internet
- as pessoas se conhecem
- e em menos de 24 horas
- são amigos de infancia

- palmas para vc

- vc ahca q com isso causa escandalo

- isso vai te causar problemas no futuro
- vc vai ser denunciado agora para policia federal
- então

- mais tarde vai se lembrar disto

- ESTA
- CALOU A BOCA ESTA CHUPANDO[
- QUERO TE ENGRAVIDAREste é o 1º caso de denuncio a Policia Federal,esta criatura é de Santo Amaro.Esconde-se sobre um avatar de um carro da década de 60,do sec.XX.Ouve pagode,frequenta Cabuçu e tem post's com apelo pornográfico.Acredito que se trata de um adolescente entre seus 14 no máximo 18 anos.Mas pode se tratar de um adulto,ele não está sozinho neste comportamento de ver as mulheres como uma coisa,aberta para o sexo na internet,ou pelas ruas.Não devemos esquecer da menina que teve o braço quebrado num espaço de festas exclusivos para a classe média e alta.Minhas amigas e meus amigos,vivem me aconselhando a não aceitar todas as pessoas que me enviam convite.Sempre defendo que sou uma artista,politica e democrática.Se não aceitasse quem não conheço não teria o privilégio de saber sobre pessoas maravilhosas,que já considero grandes amigas e amigos.Seguirei livre e não serão os misóginos,racistas e homofóbicos que vão roubar a minha liberdade e rasgar as minhas bandeiras.Este caso já está nas mãos de algumas pessoas que fazem politicas de reparação e na Policia Federal.Enquanto isto,aviso aos navegantes,estou de olho e não sou de brincar.Sou de Oyá e não de espirar!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Dilma
Medida
provisória 557/2011
"....Medida
Provisória assinada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada hoje (27) no
Diário Oficial da União cria um sistema de monitoramento universal das
gestantes para a prevenção da mortalidade materna no país. Garante, ainda,
auxílio financeiro para o deslocamento destas mulheres às consultas pré-natal e
à unidade de saúde onde será realizado o parto. Os benefícios estão inseridos
na estratégia Rede Cegonha, lançada no início do ano pela presidenta com o
objetivo de ampliar, qualificar e humanizar a assistência oferecida às
gestantes e aos bebês nas unidades do Sistema Único de Saúde...."
Nasci no mês das almas, sob o signo de escorpião. Momentos
antes do meu nascimento percebi que minha mãe estava num comportamento muito
estranho, comparado aos das outras mães que tive. É, tive outras mães, sou um
espirito reencarnado. Voltando ao aspecto da minha mãe, observava que ela era
uma mulher extremamente magra para ser uma gestante e a cor dela era diferente
das outras mães, ela tinha uma pele acinzentada e descamada. Via em minha mãe
algo diferente, diria pesado,ainda tenho a sensibilidade para “sentir”. Essa
mulher que tinha escolhido para me trazer ao mundo possuía um olhar terrível,
distante e vermelho. Ela não gemia se quer pelas dores da contração, dizia
coisas horríveis sobre mim. Fiquei muito triste, porque por mais que soubesse
que não haveria “amor”, não estava preparada para ouvir tanta mágoa e rancor
sobre mim. Até mesmo eu, uma pessoa com lembrança atual, sente as dores da ausência
do bem-querer.
Minha
mãe ficou muito tempo sozinha naquela maternidade, uma enfermeira perguntou de
forma muito grosseira se minha mãe usava drogas. Confesso que não gostei, minha
mãezinha pobrezinha, tão nova e tão feia pela pobreza que a vida obrigou ela a
passar, só teve essa alternativa para continuar vivendo. Nunca teve amor de
seus pais, ela nem conheceu o pai e a mãe dela foi embora trabalhar nas
cozinhas das casas de “família”. Minha mãe tão novinha sempre confundiu
sexualidade com afetividade e benefícios materiais. Ela sempre se deu por tão
pouco. Sonhou em casar como acontece nas novelas. Sonhou em ter casa própria,
cuidar do seu marido. Mas para a esquálida mulher que vejo e escolhi para minha
mãe, só os restos foram dados. Uma escola carregada de ódio racista, homens que
usaram do seu corpo de menina e abandono do Estado.
Talvez
vocês estejam pensando que para um feto, eu esteja politica demais. Essa é uma analise
equivocada. Por ser um feto, sou saudável e faço analises criticas e justas. Amo
a minha mãezinha, e escolhi por amor. Temos aula de como amar as pessoas, para sermos qualificadas para a vida é fundamental
que a gente aprenda a compreender as pessoas para poder ama-las.
Sobre
meu pai, prefiro não falar. Ele não apareceu, ouvi a irmã de minha mãe dizendo
que ele se negava a assumir que era meu pai, e que minha mãe era uma “vagabunda”
que trepava com todo mundo. Isso me decpcionou, mas me preparei
para amar meu pai. Então sabia que a minha missão mesmo não sendo muito fácil, deveria
ser enfrentada com muito perdão aos dois. Já vinha sabendo da doença deles. Sou
um espirito forte.
A
irmã da minha mãe disse para uma colega que se não bastasse meu irmão sem pai, agora
seria eu. Que minha mãe era uma otaria que não procurava a justiça. Depois de um
intervalo silencioso, minha tia disse: -Também umas desgraças de uns homens casados
que só sabem usar drogas!
Entendo
minha tia, a vida dela não é fácil. Sempre foi “Mariazinha” nas casas dos
outros e mesmo sendo uma pessoa muito honesta, tornou-se amarga e perdeu a fé. Mesmo
frequentado a igreja universal. Agradeço a ela estar podendo nascer. Quando
soube que minha mãe ia tomar remédio para me perder, os colegas da igreja
falaram que isso não ia ficar bem, que se o pastor soubesse ia ser péssimo para
ela.
Enfim
nasci, não chovia e fazia muito calor e era de manhã. Estava morrendo de fome,
e chorava muito para alertar minha mãe. Ela dormia como se eu não estivesse ali
e essa atitude seguiu por 2 meses. A enfermeira me pegou nos braços e acordou
minha mãe,dizendo: -Você não está vendo que ela tem fome, tadinha! Se não gosta
de cuidar, pra que fez?
E
me colocou em cima da mulher que me trouxe ao mundo. Esta mulher, minha mãe,
começou a me xingar, rogar praga e chorar. Quando comecei a mamar, sentir um
gosto tão ruim no leite de minha mãezinha. Tinha gosto de ódio. Foi o primeiro
dia de 60 dias que fiquei com medo de morrer. Minha mãe pobrezinha na sua vida de
extrema pobreza e abandono não sabia amar.
Fui
para casa. Era um lugar muito escuro, com mau cheiro e com muitas pessoas, tinha
muitas mulheres e crianças. Fiquei feliz, elas diziam que eu era muito
bonitinha, que parecia um anjo. Mas só foi isso que aconteceu de bom. Os outros
59 dias que seguiram, foram realmente difíceis,tanto para mim, como para minha
mãe. Ela passava muita fome. Não podia ganhar dinheiro dos homens como antes,
porque a maioria não gosta de mulheres paridas. Minha mãezinha cobra 5,00 reais
para os homens maltratarem ela. Mas para ela que está envelhecendo a coisa cada
vez está mais dificil. Ela tadinha é maltratada sem receber nada. Os homens
maus, preferem as mais novinhas, e na minha casa tem muita menina e menino
novinhas/os.
Aos
30 dias de nascida, peguei uma infecção pulmonar, devido ao ambiente insalubre e a falta de
higiene na minha casa. Minha mãe como sempre com um leite com um gosto horrível,
azedo, vencido. Várias vezes ela usou crack na minha frente e do meu irmão.
Várias vezes a gente viu ela sendo maltratada pelos homens maus. Esperei meu
pai ir me visitar. Pedi muito que alguém que representasse o Estado fosse salvar a minha vida e de minha família. Comecei a chorar mais alto,pedindo socorro, os vizinhos ficavam incomodados com a minha situação. Eles até
denunciaram, fiquei sabendo depois. Mas não apareceu ninguém para me salvar.
Fiquei cheia de secreção, chorei mais ainda e não
dormia porque não conseguia respirar. Minha mãe começou a colocar líquidos alcoólicos
para que fosse possível
eu beber e dormir. Comecei a dormir mesmo sem conseguir respirar e querendo lutar pela a nossa vida.
No
réveillon, enquanto as pessoas comemoravam o Ano Novo, entendi que a minha
passagem pela terra já tinha terminado. As coisas pioraram muito, minha mãe era
uma mulher muito doente. Infelizmente não poderei dizer meu nome a vocês, pois
não tive tempo de saber em vida.
Morri sem registro de cidadania. Morri sem que
ninguém ajudasse a mim e a minha mãezinha. Morri sem políticos que defendem criminalizar
mulheres como minha mãe, em nome de Deus, sem ao menos visitarem a casa em que
morei. Morri com a omissão e a preguiça das pessoas.
Quem
me matou não foi minha mãe, quem me matou foi o sistema social deste pais. Perdoo
minha mãezinha, mas não vou perdoar a presidenta deste país e nem quem defende a
punição de mulheres que vivem como minha mãe,elas estão aí pelas ruas, invisíveis.
Nasci,
e daí? Qual foi o direito que tive de continuar vivendo? Não será monitorando
uma gravidez que outras crianças certamente vão parar de nascer como nasci, e morrer como morri. Quando vão ter
uma vida digna?
Infelizmente
a minha morte aos 2 meses não vai tocar as pessoas deste país, não fui jogada no
lixo. Nem ao menos se deram ao trabalho de saber a causa da minha morte.
Meu
pai apareceu no meu enterro, ele é evangélico, casado. Fui registrada por ele,
para livrar todo mundo da policia. Ele perguntou a minha mãe como era meu nome,
ela disse que não tinha ideia. Foi então que ele disse: -Vamos colocar o nome
da presidente do Brasil? Minha mãe disse que era muito feio, mas como eu já
estava morta mesmo, podia colocar.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
reForçando...
Ah o homem.Esse tolinho objeto erótico, tão previsível...Bem que uma amiga lésbica me disse que eu era muito inteligente para ainda gostar deles. Ela tinha desistido dessa coisa de homem por ser tão obvia.Bastava um sorriso meigo,um silencio e um choro dissimulado,tipico de folhetim malarrumado, que eles acabam fazendo tudo que uma mulher de sangue e frio e prostituída deseje.Pois a ultima coisa que uma mulher pode ser para uma coisa homem é verdadeira.Homens tem "quizila" da verdade.Por isso que eles morrem de tesão pelas sapatas.
Achei fantástica essa analise da minha amiga de Katy.Vou começar agora a tomar Diazepam(
Lexotan não faz efeito em mim) para continuar me divertindo com esses monstrinhos.Adoro os assessórios que eles trazem no pacote. Porque de fato sexualmente as mulheres me exasperam,desde criança gosto de praticidade.
Achei fantástica essa analise da minha amiga de Katy.Vou começar agora a tomar Diazepam(
Lexotan não faz efeito em mim) para continuar me divertindo com esses monstrinhos.Adoro os assessórios que eles trazem no pacote. Porque de fato sexualmente as mulheres me exasperam,desde criança gosto de praticidade.
Planejamento...
Planos para 2012? Em novembro desligarei o celular pessoal e não navegarei na web. Retornarei em Março de 2013!
A cada ano as coisas ficam mais chatas e cafonas.Assim como os arranjos de flores artificiais,confeccionados em E.V.A.
A cada ano as coisas ficam mais chatas e cafonas.Assim como os arranjos de flores artificiais,confeccionados em E.V.A.
Assinar:
Postagens (Atom)